De Oslo a Londres
Deliciada após saber que eu e o namorado norueguês (acho muito engraçado falar desse jeito, mas é que realmente não convém mencionar o nome, ok, pessoal?), me pus a escolher o que levar na pequena mala. Pequena mala? Eu explico.
Quando estava arrumando as malas que foram para a Noruega, a preocupação com o frio, a falta de prática, o medo de pagar um fashion-mico e o fato de saber que seriam 22 dias fora, na Europa e no inverno, fizeram com que minha mala fizesse pensar que… bem… que eu estava começando uma nova vida noutro continente!
Mala de amador, essa é a verdade. Hoje eu melhorei “deverasmente” nesse quesito.
Soube que voaríamos para Londres numa low cost, o que, no caso da Norwegian Airlines, significa que a bagagem permitida e inclusa na tarifa seria de no máximo 10kg e 55x40x23cm, e que não seria despachada.
Além disso, uma pequena bolsa de mão, possivelmente um laptop, passariam. And nothing more than this, e ainda era necessário considerar as restrições de bagagem habituais*.
Link da Norwegian Airlines: https://www.norwegian.com
Bem… eu não tinha a mala com esses requisitos e usei uma emprestada do namorado norueguês. Seriam 3-4 dias, menos frio que a Noruega, em princípio nenhum “evento de gala”, um sapato só (que foi uma bota).
Mala feita, e pé na tábua. Ou melhor… bumbum no avião…
Fomos de carro de Spydeberg até o Aeroporto Gardermoem (Oslo), e de lá pegamos o vôo DY2801 da Norwegian para Londres, às 7:20h; esse vôo dura aproximadamente 2h10m e é lotadérrimo, quase uma ponte aérea Rio-São Paulo.
Aeronave estreita, apertada, duas grandes seções de três poltronas em cada lado.
Tudo é pago, inclusive copo de água. Nem um amendoim velho a título de cortesia. Quanto custou: £ 69,50 (Oslo-London-Oslo).
Desembarcamos no Aeroporto Gatwick, terminal Sul. Sinceramente, passamos por ele muito rápido, e estava muito cheio, então eu não me recordo de muitos detalhes sobre esse aeroporto.
Neste link, o mapa do terminal Sul de Gatwick: http://www.gatwickairport.com/Documents/Maps/Gatwick_South_Nov14.pdf
E aqui neste link, o mapa do terminal Norte de Gatwick: http://www.gatwickairport.com/Documents/passengers/Passenger_facilities/GatwickN_Jun_13%20v4.pdf
Passamos pela imigração e nos dirigimos à saída para tomar um trem que nos deixaria em Victoria Station.
Lembre-se: neste momento, eu não sabia nadica de nada sobre como me locomover em Londres e estava apenas seguindo os passos do namorado, que estava sempre viajando para Londres e conhecia a cidade muito bem.
O trem escolhido foi o Gatwick Express (http://www.gatwickexpress.com) mas existem outras opções, das quais também falarei em breve.
Compramos o ticket no aeroporto, pagando em libras “ao vivo”, e, aos valores de novembro/2014, custa £ 19,90.
Se tivesse sido comprado pela internet, custaria um pouquinho menos. Este foi o ticket single, any time (individual, sem retorno no dia, viajando a qualquer hora do dia da compra).
Quando comprado pela internet, existem as opções de: a) imprimir o ticket em casa; b) receber o ticket num smartphone; c) retirar o ticket numa das diversas vending machines, nas estações envolvidas no percurso e d) receber o ticket impresso, via courier, por uma taxa de £ 6,00 se você estiver dentro do Reino Unido.
Comprando pela internet, você paga com os cartões Amex, Visa, Mastercard e Maestro (opções “crédito” e, sempre que a bandeira permite, “débito” também. Até onde sei, o Gatwick Express não pode ser pago com Oyster*.
A foto acima é de um dos trens Gatwick Express, por fora. Eis abaixo a tabela de valores atuais (tabela extraída do site em 10/11/14) para o Gatwick Express.
A fotografia acima mostra o interior de um trem Gatwick Express. O percurso de Gatwick até Victoria Station leva aproximadamente 30 minutos.
Victoria Station é MUITO grande!!!! É uma estação multimodal (trens, metrô, e a uma curta distância, Victoria Coach Station).
Aliás, eu pensava erroneamente que todos os modais estavam dentro “do mesmo galpão”, e numa viagem futura, isto me fez perder um tempão procurando uma estação de ônibus. Contarei mais adiante.
Victoria Station é cheia de gente, tem bom comércio (Costa Café, M&S Simply Food, Pret A Manger), boutiques (Monsoon, Accesorize), papelaria (Paperchase) e farmácia (Boots – falaremos muito de Boots no futuro!) e, para quem está em Londres pela primeira vez, a estação é uma atração por si mesma.
De lá, pegamos um taxi (meu primeiro black cab!) até Sussex Gardens/Paddington, onde ficava nosso hotel (detalhes num outro post).
No dia em que voltamos a Oslo, fomos de taxi do hotel até Gatwick, e pegamos o vôo DY8102, chegando a Oslo cerca de duas horas depois.
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