Praça dos Mártires, em Bruxelas
Praça dos Mártires, ou Martelarenplein (holandês), ou ainda Place des Martyrs (francês) é um local em Bruxelas que ficava próximo ao hotel em que me hospedei em novembro, quando estive em Bruxelas pela segunda vez.

Assim, caminhando apenas um pouquinho, eu cheguei à Praça dos Mártires, cujo acesso se dá pelas ruas Saint-Michel (foi meu caminho) e Persil.
Em estilo arquitetônico neo-clássico, a Praça dos Mártires foi construída em 1775 onde antes existia uma lavanderia. O layout dessa praça passou por mudanças ao longo dos anos. No início, era uma área pavimentada e vazia; depois, árvores foram plantadas naquela área.

As batalhas da Revolução Belga, de 1830, lamentavelmente deixaram muitos mortos que foram sepultados, por decisão de uma comissão administrativa local, nesta praça. Sob seu chão, mais de 460 pessoas estão sepultadas.
Desde Outubro de 1830, a praça que antes teve os nomes de Praça São Michel – uma vez que São Michel é o santo protetor, ou santo padroeiro de Bruxelas – e Quarteirão da Lavanderia, passou a se chamar Praça dos Mártires.
A partir desse momento, essa área se torna fortemente associada à identidade nacional. O monumento aos mortos de guerra que foi erguido nessa praça tem esculturas em mármore; a principal é a representação da “Liberdade”; na parte de baixo desta, os anjos que representam “a luta”, “a vitória”, “o luto” e “a oração”, e no nível abaixo da praça, o que se vê são monumentos em relevo, que representam algumas cenas das batalhas da revolução belga.
Ainda nesse nível abaixo da praça, há uma cripta cuja galeria é adornada com 27 painéis de mármore preto, nos quais estão gravados os nomes de 467 revolucionários falecidos nos combates de 1830.
A Praça dos Mártires tem um teatro que abriga apresentações de ópera e outras manifestações artísticas; e a pessoa representada na estátua abaixo é Frederic de Merode, um nobre nascido em Maastricht, voluntário nas batalhas da Revolução Belga, considerado um herói na história da Bélgica, por ter bravamente lutado pela sua independência da Holanda.

Ok, Lena, mas porque essa praça ganhou você?
Se você me perguntar se essa praça é um dos principais recantos da cidade de Bruxelas, direi com honestidade que eu não sei; mas ganhou um significado especial para mim, após o sustinho que tomei quando na cidade cheguei.
Chegar ao hotel, tomar um banho, dar uma relaxada básica e não perder o ânimo para a viagem que apenas começava: sim, eu consegui, e parti para a rua para aproveitar o início da noite, me distrair, fazer umas fotos, e fazer o que fui fazer: ser feliz viajando!
E foi caminhando no início da noite, ainda um pouco chateada pelo que ocorreu, que me deparei com a Praça dos Mártires. Ela estava praticamente vazia à noite (havia eu fazendo minhas fotos e um pequeno grupo de jovens fumando um “cigarrinho da alegria”, que definitivamente não me incomodou em nada), e eu segui em frente, aproveitando o passeio que apenas começava.
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Leninha Querida, saudades de Be (ne-lux). Sabe que não lembro desta praça? Isso só me confirma o que já sei: dediquei muito pouco tempo a esta cidade e quero voltar em breve. 🙂 Adorei a dica! Beijokas
Boa noite, Tonin!
Então por favor inclua a Place des Martyrs no roteirinho de Bruxelas.
Um beijo e obrigada pela visita,
Lena Reis
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